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Sexta-feira,
14 de novembro de 2003
Porque
hoje é sexta-feira é uma prática de treinamento
à distância instituída, em novembro de 1998, no Centro de
Recursos Humanos da Secretaria dos Transportes Metropolitanos
- STM, de circulação através do correio eletrônico interno,
que além de divulgar artigos técnicos e de autores consagrados,
aborda temas de gestão, de relacionamento interpessoal, ambiente
e atitudes, com intuito de promover desenvolvimento e aprimorar
as relações no trabalho.
"Como as pepitas de ouro, muitas vezes as idéias estão recobertas
de lama. Se ignorarmos seu brilho, poderemos desperdiçá-las.
Por isso, devemos guardar até as idéias que não nos parecem
tão interessantes num primeiro momento."
"O
ELEFANTE ACORRENTADO"
Você já observou o elefante no circo?
Durante o espetáculo, o enorme animal faz demonstrações
de força descomunais.
Mas, antes de
entrar em cena, o elefante permanece preso, quieto, contido
somente por uma corrente que aprisionava uma de suas patas
a uma pequena estaca cravada no solo.
Sem dúvida
a estaca é só um pequeno pedaço de madeira.
E, ainda que a corrente fosse grossa parece óbvio que
esse animal,capaz de arrancar uma árvore com sua própria
força, poderia, com facilidade, arranca-la do solo
e fugir.
Que mistério
! Por que não foge?
Perguntei então a um adestrador, sobre o mistério
do elefante.
Ele explicou que o elefante não escapa porque está
amestrado.
Fiz então a pergunta óbvia: Se está amestrado,
por que o prendem?
Não houve resposta!
Há alguns
anos descobri que, por sorte minha, alguém havia sido
bastante sábio para encontrar a resposta:
O elefante do circo não escapa porque foi preso à
estaca ainda muito pequeno.
Fechei os olhos
e imaginei o pequeno recém-nascido logo preso.
Naquele momento, o elefantezinho puxou, forçou, tentando
se soltar.
E, apesar de todo o esforço, não o pôde
sair.
A estaca era certamente muito pesada para ele.
E o elefantinho tentava, tentava e nada.
Até que um dia, cansado, aceitou o seu destino.
Então, aquele elefante enorme não se solta porque
acredita que não pode.
Jamais, jamais
voltou a colocar à prova sua força; e isso muitas
vezes acontece com a gente!
Vivemos crendo em um montão de coisas que "não
podemos, que não vamos conseguir", por mais que
tentemos,simplesmente porque, quando éramos crianças
e inexperientes, algo não
deu certo ou ouvimos tantos "nãos", que isso
ficou gravado na nossa memória com tanta força,
que perdemos a criatividade e aceitamos o: "sempre foi
assim".
De vez em quando
sentimos as correntes e confirmamos o estigma: "Não
posso, nunca poderei é muito grande pra mim!".
A única maneira de tentar de novo é não
ter medo de enfrentar as barreiras colocar muita coragem no
coração e não ter medo de arrebentar
as correntes.
Tenha
Uma Ótima Semana !!!
*
Carlos Augusto Roveri é Administrador de Empresas
pela Faap (1977), com especialização em gerenciamento
da qualidade para brasileiros pela AOTS, em Yokohama, no Japão,
é Diretor de RH e Ouvidor da Secretaria de Estado dos
Transportes Metropolitanos - STM, é Vice-Presidente
na Associação Paulista Administração
de Recursos Humanos-APARH e Diretor de Relações
com Entidades da Associação Brasileira de Recursos
Humanos ABRH Nacional.
E-mail: roveri@faap.net
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