VISÃO ESTRATÉGICA DE CUSTOS
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Uma das primeiras providências que a maioria das empresas, famílias e indivíduos adotam em momentos como os que estamos vivendo é, rapidamente, cortar os custos. E como muitas destas medidas são adotadas dentro de um caráter puramente emergencial, raramente elas ocorrem dentro de uma visão estratégica.
Na correria atrás do prejuízo, pois estas ações são
muito mais reativas do que preventivas, os cortes nas
empresas vão de questões essenciais à supérfluos de
pouco impacto real, mas apenas com algum efeito psicológico.
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Recursos humanos treinados são sumariamente despedidos, assim
como o controle de consumo de luz, telefone, ar condicionado
e cafezinho entram na vala comum.
Este comportamento deve ser analisado de dois prismas: Em
primeiro lugar a questão relativa aos custos deve fazer parte
de um processo permanente, tanto nos bons como nos maus momentos
do mercado. Ou seja, as empresa devem criar uma disciplina
ou cultura de controle do desperdício à partir da crença e
atuação de cada funcionário. Campanhas sobre o tema devem
estar sempre presentes nos meios de comunicação internos.
Em segundo lugar este trabalho de conscientização somente
terá adesão se as próprias pessoas compreenderem que ele também
tem aplicabilidade à sua vida pessoal e familiar.
Cada vez mais as organizações necessitam desenvolver programas
de treinamento, orientação e campanhas que obtenham a adesão
pessoal dos seus colaboradores.
Não é coerente, e muito menos factível, querer compromisso das pessoas apenas no seu papel profissional. Controlar custos, evitar o desperdício e estar atento aos recursos não renováveis do meio-ambiente é uma conduta adequada tanto à vida privada quanto pública. Nosso compromisso cidadão não é só com o emprego. É com toda uma sociedade da qual fazemos parte. E cada um de nós pode também fazer a sua parte.
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