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ESSA TAL FELICIDADE
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Existe
algo que caracteriza o ser humano, e que independe da
idade, sexo, cor, religião, estado civil, nacionalidade
e tantos outros critérios da individualidade.
Refiro-me à busca da felicidade
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Alguns buscam na religião ou suas crenças. Outros andam abusando das palestras, vídeos ou livros de auto-ajuda. Florais, pirâmides, meditação, consumismo, terapias, aromas, filosofias orientais, ocidentais e transcendentais. Outros até já calculam, quanto custa ser feliz.
Eduardo Giannetti,
professor universitário, acaba de lançar um
livro sob o título "Felicidade", onde, de
forma muito criativa une economia e filosofia em uma proposta
bem brasileira para dialogar sobre este sentimento extremamente
humano.
Felizmente não
é mais um dos banais livros de auto-ajuda. É
um instrumento para reflexão e introspecção.
E não existe outra forma para cada um encontrar suas
maneiras de conviver com esta busca.
Diz ele que "estamos
ficando obesos de informação e famintos de sentido".
Faz lembrar Erich Frohm com seu livro "Ter ou ser",
referindo-se a uma sociedade que busca, freneticamente, possuir
sem ao menos pensar no sentido.
Hoje já se
fala em algo mais grave. Parecer ser. O que é a hipocrisia
elevada à categoria do "engana que eu gosto".
Procurando coerência
com estas idéias decidi comemorar 60 anos com esposa,
filhos, genros e noras num diálogo prévio à
festa, debatendo a leitura de um livro que também recomendo:
"Quando tudo não é o bastante", além
de algumas reflexões e irreverências próprias
de alguém que chega aos sessenta cheio de vida e sonhos
por realizar. Encaixo-me na frase que diz: "você
está ficando velho quando seus arrependimentos são
maiores que seus sonhos". E sonhar é preciso.
Por último
vale outra afirmativa de Giannetti: "O conhecer modifica
o conhecido, o viver modifica o vivido".
Enfim, tanto a felicidade,
como o sentido da vida são buscas permanentes. E uma
busca que vale a pena.
Clique
no livro para maiores informações:
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