| EDUCAÇÃO
PARA A VIDA
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O avanço tecnológico
em conjunto com alterações nos papéis familiares e a necessidade da maioria dos
casais trabalharem, está tendo um profundo impacto sobre o processo de educação
dos filhos. O acesso à tecnologia permite às crianças um maior volume
de informações. O que não significa maior capacidade de compreensão. A ausência
do casal, provocada pelo fato de que os dois estão no mercado de trabalho, faz
com que os pais se tornem mais permissivos pelo "sentimento de culpa" da ausência.
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Muitos sentem-se inibidos em estabelecer limites para os filhos. A maior igualdade
nos compromissos feminino e masculino tem feito surgir pessoas mais individualistas
e preocupadas com seu bem estar. Ou seja, diminui o grau de concessão mútua entre
o casal que por sua vez olha a separação como algo possível à qualquer momento.
São
alterações profundas que afetam indivíduos, famílias
e especialmente o processo educacional dos filhos. Por
outro lado a escola diz não poder assumir o papel dos pais na criação
de valores éticos e morais. A escola não está preparada e
legitimada para substituir a família na educação dos filhos. Para
muitos o novo modelo familiar foi incorporado socialmente, mas não foi
acompanhado por modelos educacionais. Portanto,
algumas escolas estão tendo que ensinar algo mais do que a aritmética.
Precisam educá-los no que se refere à hábitos alimentares,
postura à mesa, respeito mútuo e tantas outras questões que
antes eram aprendidas em casa. Esta socialização não substitui
o papel dos pais. O
que fazer então: A solução indicada pelos educadores continua
sendo tão simples e pragmática como sempre foi. Aumentar o diálogo
em casa. Portanto,
contar histórias, compartilhar experiências, debater as crises naturais - tanto
do casal como dos filhos -, brincar juntos e desligar a televisão continuam sendo
soluções úteis. Aproveite e as experimente neste fim de semana. Clique
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