CONTROLE
A ANSIEDADE
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Os
acontecimentos econômicos, políticos, sociais
e empresariais ocorreram em tal intensidade, tanto no
Brasil como externamente, que ninguém deve ter
sido poupado de algum grau de ansiedade.
Empresários
sentem seus resultados diminuírem com o mercado
competitivo e recessivo ao mesmo tempo. Investidores
passaram dias calculando seus prejuízos nas mais
diferentes aplicações. Os empregados sentem
frio na espinha com cada anúncio de cortes ou
redução.
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Os desempregados
perdem a esperança de uma retomada do mercado de trabalho
no curto prazo. Os políticos e candidatos assustam-se
com os resultados das pesquisas e o ceticismo do eleitorado
com as promessas mirabolantes.
Em momentos como
este não existe lógica que resista. É
a hora em que todos nós, seres humanos, somos testados
na nossa capacidade de administrar adversidades, dilemas,
perdas e ansiedade. É momento para rever sonhos e fazer
boas reflexões sobre o valor material e sentimental
dos objetos e nossas relações.
Curiosamente
diante de todo este quadro encontramos entre os pais dois
tipos de comportamento: os trágicos e pessimistas,
que fazem ver a seus filhos que o mundo é ruim, ingrato
e os seres humanos são figuras pouco confiáveis.
Outros vão no sentido oposto: Procuram manter seus
filhos totalmente imunes à qualquer dificuldade procurando
poupá-los dos problemas e adversidades.
Em nossa opinião
momentos como os que estamos vivendo no Brasil e no mundo
são úteis para que pais e outras lideranças,
que são olhadas com respeito e consideração,
criem consciência sobre a necessidade de desenvolvermos
mecanismos para administrar fracassos, dificuldades e frustrações.
Para jovens em formação o mais importante da
queda é saber como levantar-se e seguir adiante.
Se você
não tiver grandes idéias para este final de
semana, sugiro reunir a família e conversar - positiva
e realisticamente - sobre o momento que estamos vivendo. Pode
ser um bom programa.
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